Câmara aprova projeto
que envolve resíduos sólidos
Após
19 anos de tramitação, foi aprovado o Plano Nacional de
Resíduos Sólidos (PNRS), alertando os fornecedores para que
estabeleçam coleta e restituição de materiais com grau de
toxicidade, inclusive os eletrônicos, destinados a
reaproveitamento ou a um destino ambientalmente adequado.
O
projeto ainda passará pelo Senado e, pela presidência e, por
último, pelo Executivo. Porém, os ambientalistas estão
torcendo para que o Conselho Nacional do Meio Ambiente
(Conama) publique uma solução para o setor mesmo que a
tramitação chegue ao fim, complementando o grupo de trabalhos
eletrônicos que criou no início de 2010.
Caso o PNRS seja
aprovado, a responsabilidade pelo descarte e reaproveitamento
dos materiais será dos fabricantes, importadores, comerciantes
e distribuidores.
Os eletroeletrônicos aparecem no artigo
33 do PNRS, onde são divididos em três categorias:
eletrodomésticos, bens de informática e eletrõnicos em
geral.
Ainda não há uma pena oficialmente divulaga para
aqueles que descumprirem a lei. Porém, consta no PNRS que
poderão ser aplicadas as penalidades previstas na Lei 13576,
que trata de crimes ambientais.
FONTE:
Olhar Digital
Facebook é pressionado
a criar botão contra pedofilia
A
rede social Facebook está sendo intimida pelo Reino Unido a
criar o Botão do Pânico. O motivo é o caso recente de morte da
adolescente Ashleigh Hall, de dezessete anos, após conhecer um
homem que utilizava uma identidade falsa no Facebook.
O
botão foi apoiado por cerca de 140 companhias do Reino Unido
em dezembro de 2009, que tem por objetivo proteger as crianças
de conteúdo online inapropriado.
A ideia inicial do projeto
era disponibilizar um meio para que as crianças e seus pais
possam relatar conteúdos inapropriados aos administradores dos
sites. Além disso, os participantes também incluem ao acordo
opções de pesquisas seguras, estabelecendo filtros que podem
ser utilizados pelos pais no acesso que as crianças tem à
intenet.
Na mesma época do início do projeto, o Facebook
criou um conselho para proteger as crianças e adolescentes
participantes da rede social, formado por membros de entidades
como a Common Sense Media, Connect Safely, Wired Safety,
Childnet International e Family Online Safety
Institute.
FONTE: Olhar
Digital
Plano de Banda Larga fica para
abril, mas execução será do próximo
governo
As diretrizes do Plano Nacional de Banda
Larga serão apresentadas ao presidente Luiz Inácio Lula da
Silva na primeira quinzena de abril, afirmou nesta terça-feira
o coordenador dos programas de inclusão digital do governo
federal, Cezar Alvarez, que anteriormente havia previsto para
março. O governo quer instalar até o final de abril a mesa
permanente que irá coordenar a condução do projeto.
No
entanto, o governo afirma que a execução do plano é inviável
para este ano, e que é preciso considerá-lo um projeto de
Estado, e não de um governo.
"É evidente que não será
realizado esse ano. Só um louco acharia que, até o fim do ano,
nós teremos banda larga em todo o país", disse o ministro da
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República,
Franklin Martins.
Para realizar a tarefa de levar banda
larga "boa e barata" a todos os lugares, inclusive aonde
ninguém tem o interesse de atuar, o governo deve dispor de
tudo o que está ao seu alcance. O plano não será realizado
exclusivamente pelo governo federal, garante Alvarez, mas
também não é possível assegurar que o governo não vai atuar no
varejo.
"Não podemos assinar embaixo que nunca iremos
aonde o mercado não quer ir. Onde o mercado não quiser ir,
temos obrigação, como poder público, de garantir esse serviço,
cada vez mais estratégico e essencial, a todo e qualquer
cidadão brasileiro", disse.
Segundo Alvarez, é preciso
recuperar tempo perdido para massificar internet de alta
velocidade pelo país, e para tanto será usado o "patrimônio
inestimável" de 23 mil quilômetros de fibras ópticas em poder
de estatais, como a Petrobras e Eletrobrás. O coordenador não
falou da possível reativação da Telebrás para coordenar esse
ativo.
A Telebrás foi cogitada por representantes do
governo para executar o Plano de Banda Larga, o que até
provocou oscilações violentas nos preços das ações dessa
estatal ainda negociadas em Bolsa de Valores. A informação
chegou a ser "confirmada" pelo presidente Luiz Inácio Lula da
Silva no final de fevereiro, mas foi "relativizada" por
Alvarez somente um dia depois.
FONTE:
Folha Online
Bill Gates não é o homem mais rico
do mundo
O mexicano Carlos Slim (dono das empresas
Telmex, Telcel e América Móvil) ultrapassou o cofundador da
Microsoft, Bill Gates, e é agora o homem mais rico do mundo,
segundo a revista Forbes. A fortuna de Slim é estimada em US$
53,5 bilhões, US$ 500 milhões a mais do que Gates. Em terceiro
lugar está o megainvestigor Warren Buffett com uma fortuna de
US$ 47 bilhões. Pelo ranking da Forbes, Eike Batista é o
brasileiro mais rico, com uma fortuna de US$ 27 bilhões,
ocupando a oitava colocação.
FONTE:
Clube do Hardware
Twitter se arma contra
phishing
A equipe de segurança do Twitter informou
que novas táticas serão adotadas para reduzir a quantidade de
spam e tentativas de phishing no microblog.
Segundo Del
Harvey, diretora do time de segurança do serviço, as
ferramentas utilizadas por sua equipe eram praticamente
ineficientes durante a fase de prevenção do problema. Algo que
deve mudar com a chegada de um novo sistema de
proteção.
“Ao direcionar todos os links enviados ao Twitter
para esse serviço, podemos detectar, interceptar e prevenir a
disseminação de endereços maliciosos espalhados pelas contas.
Mesmo se uma ameaça passar e chegar por e-mail ao usuário,
seremos capazes de mantê-lo seguro”, afirma a
especialista.
Ela explica que os esforços serão voltados
para a proteção de mensagens diretas, as DMs, e notificações
feitas por e-mail, consideradas como principais alvos dos
ataques.
“Você nem vai perceber o recurso porque ele
funciona por trás das cenas. Por outro lado, vai notar links
encolhidos com o endereço twt.tl nas suas mensagens e
anúncios”, diz Harvey ao apontar a criação de um encurtador de
URLs gerado exclusivamente para o Twitter.
FONTE: INFO Online
Há limite à liberdade de expressão
na web?
A internet foi criada com base no princípio
de liberdade de expressão. A sociedade quer que alguém seja
responsabilizado quando se abusa dessa liberdade. E as
principais empresas online do mundo, como Google e Facebook,
estão ficando presas entre esses dois ideais de difícil
conciliação.
Embora Google, Facebook e seus rivais contem
com uma certa proteção contra processos judiciais por
conteúdos gerados por usuários nos Estados Unidos e na Europa,
as empresas ainda precisam enfrentar um público que tende cada
vez mais a culpá-las por casos de ameaças e outras
transgressões cometidas online.
Foi o que aconteceu em
Milão, na Itália, no último dia 24, quando três executivos do
Google foram condenados por um caso de transgressão no site -
um veredicto que não agradou a ciberativistas, que temem que o
caso possa abrir as portas para outras ações do tipo,
eventualmente destruindo a web.
O jornalista Jeff Jarvis
sugeriu em seu blog, BuzzMachine, que o tribunal italiano que
condenou executivos do Google por violação de privacidade
essencialmente exige que as empresas avaliem tudo o que for
postado em seus sites.
"A implicação prática disso é que
ninguém deixará mais que se publique qualquer coisa online,
porque o risco será muito grande", disse Jarvis no blog, "Eu
não deixaria que postassem qualquer coisa aqui. Meu provedor
de Internet não me deixaria publicar qualquer coisa em seus
serviços. E isso acaba com a internet."
Outro jornalista,
também surpreso, é Chris Thompson, do Slate, que afirmou:
"Fico bobo de ver um veredicto tão medieval como esse".
Já
especialistas jurídicos afirmam que a decisão em Milão
provavelmente acabará sendo a única do tipo, que não passará
pela avaliação do tribunal de recursos italiano, muito menos
estabelecerá precedentes em outros lugares.
FONTE: INFO Online
Papel prevalece nos escritórios,
mesmo com digitalização
Empregados de escritório relutam em
abandonar as montanhas de papéis armazenados em seus arquivos,
uma decisão que deixa desconcertadas as empresas que vendem
scanners e sistemas de gerenciamento eletrônico de
documentos.
Uma pesquisa recente da Associação para o
Gerenciamento da Informação e da Imagem (AIIM, na sigla em
inglês), entidade da indústria que representa fornecedores
desses produtos nos EUA, revelou que 62% dos documentos
importantes ainda são arquivados em formato papel.
Mesmo
quando os documentos são enviados para digitalização e
arquivamento, 25% são fotocopiados antes do envio "para
qualquer eventualidade", ressaltou a pesquisa.
"Nós estamos
numa situação em que o arquivamento eletrônico de documentos é
eficiente, eficaz e capaz de economizar grandes espaços, e
ainda assim a maioria do pessoal de escritório parece estar
atrelada ao papel numa concepção equivocada de que há alguma
razão legal para isso", disse o presidente da AIIM, John
Mancini, em um comunicado.
"Apesar de a aceitação legal de
documentos digitalizados ter sido regulada há aproximadamente
20 anos e já fazer parte de legislações e padrões ao redor do
mundo, ainda há a suspeita, entre os usuários, de que eles
podem precisar de uma cópia do papel original em algum
momento", ressaltou Mancini.
A pesquisa também revelou que
muitos documentos "nascem digitais", mas são impressos para
serem assinados e depois digitalizados em sistemas de
documentação.
FONTE:
Computerworld
Uso excessivo da internet pode
provocar depressão, aponta estudo
Usuários assíduos de internet são propensos a apresentar
sintomas depressivos, de acordo com uma pesquisa realizada no
Reino Unido por cientistas da Universidade de Leeds. O estudo
analisou a substituição do mundo real pelo virtual, cada vez
mais constante na vida das pessoas.
Os pesquisadores
identificaram que boa parte dos sintomas aparece em pessoas
que passam mais tempo em comunidades virtuais e em sites
pornográficos e de jogos. “A internet ocupa hoje parte
importante na vida moderna, mas seus benefícios são
acompanhados por um lado obscuro”, disse um dos autores do
estudo, Catriona Morrison.
A pesquisa atingiu 1.319 pessoas
com idades entre 16 e 61 anos. Do total, 1,2% foi considerado
como usuário massivo de internet. O público em questão era
formado principalmente por jovens, com média de idade de 21
anos.
“Nossa pesquisa indica que o uso excessivo da
internet está associado com a depressão, mas o que não sabemos
é o que vem primeiro. As pessoas depressivas são atraídas pela
web ou é o uso da rede que causa depressão?”, indaga
Catriona.
FONTE: IDG
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