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Resposta Online Notícias - Edição 116 de 21 de Março de 2010

Consulta ao SPC/SERASA por R$9,90

O Resposta Online criou uma parceria para pessoas que desejam consultar o SPC/SERASA evitarem as filas e incômodos ao irem nos postos do SERASA ou CDL's da sua região, para isso, clique no link abaixo:

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"Hacker" desliga mais de 100 carros remotamente
 
Você chega, abre a porta, senta no carro e tenta dar a partida. E nada. Tenta de novo, mas o carro não dá o menor sinal. Mas, longe de ser um problema técnico, o que realmente aconteceu é que seu carro foi desligado por um ''hacker''.
De acordo com informações da Wired Magazine, mais de 100 motoristas em Austin, cidade no Texas, EUA, tiveram seus carros desligados ou simplesmente ficaram com as buzinas fora de controle. Um "hacker" – termo utilizado pela própria Wired para descrever o criminoso – rodou um sistema de imobilização de veículos pela internet, normalmente usado para casos em que os donos estão inadimplentes.
A unidade de High Tech Crime de Austin prendeu na última quarta (17) Omar Ramos Lopez, 20, ex-empregado da Texas Auto Center. Ele tinha sido despedido no mês passado e, para se vingar, começou a causar transtornos para clientes da cidade utilizando o sistema de imobilização.
FONTE: GigaBlog do UOL
 
 
 
Sites podem ser obrigados a exibir endereço e CNPJ
 
Razão social, endereço e CNPJ podem se tornar dados obrigatórios em páginas de pessoas jurídicas de direito privado, caso seja aprovado o projeto de lei 5470/2009.
A iniciativa partiu do deputado Carlos Sampaio e tem como objetivo proporcionar maior segurança às transações comerciais feitas pela internet.
O projeto passou pela aprovação da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara nesta quarta-feira (17) e segue para avaliação da Comissão de Defesa do Consumidor. Caso seja aprovado, aguardará a aprovação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
A sanção para aqueles que não se adequarem às normas está prevista em advertência, multa de até R$50 mil e suspensão da página na web.
FONTE: Olhar Digital
 
 
 
Cresce uso da web por grupos terroristas
 
O uso de redes sociais como Facebook, Twitter e YouTube por militantes e grupos de ódio cresceu quase 20% no ano passado, segundo estudo do Centro Simon Wiesenthal.
O estudo, feito com base em pesquisas realizadas pelo centro e dicas do público, descobriu mais de 11.500 redes sociais, sites, fóruns e blogs que promovem violência, anti-semitismo, homofobia, músicas de ódio e "terrorismo", ante os 10 mil registrados um ano antes.
"Os números provavelmente são, no fim das contas, maiores que isso", disse em coletiva de imprensa o rabi Abraham Cooper, vice-reitor do centro de estudos que pesquisa grupos de ódio na internet desde 1995. "(O número) deveria ser visto como uma estimativa para baixo", ressaltou.
Extremistas na internet também colocam ênfase na ideia de operarem sozinhos ao invés de fazerem parte de um grupo, informou o grupo de direitos humanos batizado em homenagem ao caçador de nazistas Simon Wiesenthal.
"Embora ensinamos às nossas crianças que palavras não doem, isso não é sempre verdade", disse a congressista Carolyn Maloney, do estado de Nova York, a jornalistas, "Terrorismo e intolerância começam com palavras, mas podem virar ações".
FONTE: INFO Online
 
 
 
Rio convidou Apple a abrir loja no país
 
O governo do Rio de Janeiro convidou a Apple a abrir uma loja própria na capital fluminense, mas obteve um não como resposta.
O convite foi feito pelo secretário estadual da Cultura, Washington Fajardo, que procura apoio na iniciativa privada para revitalizar a Zona Portuária do Rio de Janeiro.
Fajardo tenta atrair lojas sofisticadas para a região, a fim de que elas ocupem prédios históricos na área e contribuam para atrair um novo perfil de público para a Zona Portuária.
De acordo com edição de hoje do jornal O Globo, o próprio CEO da Apple, Steve Jobs, teria enviado a negativa ao governo fluminense.
Segundo a publicação, Jobs argumentou que o Brasil tem políticas “malucas” de taxação de eletrônicos importados, o que torna o mercado pouco interessante para a Apple, a ponto de não justificar a abertura de uma loja própria.
Atualmente, a Apple comercializa seus produtos no Brasil por meio de revendedores autorizados, como a rede Fast Shop ou Fnac.
A Apple não comentou as informações divulgadas pelo governo do Rio.
FONTE: INFO Online
 
 
 
Compartilhar não é crime
 
Sinto-me obrigado a comentar a Lei de Economia Digital do governo do Reino Unido. E já vou dizer por que: eu já discutia o termo “economia digital” em 1995, no meu livro que levava esse nome. Essa nova lei é falha, pois pune os internautas que compartilham músicas. Temos de superar a ideia de que compartilhar música é um roubo. A obsessão por controle, o combate à pirataria e os formatos proprietários criados pela indústria apenas enfurecem os fãs de música.
A solução é parar de tentar vender as músicas por um preço definido. A indústria da música tem de pensar como um wiki. A música deve ser um serviço, não um produto. Em vez de comprar faixas, você poderia pagar uma pequena quantia mensal — vamos estimar cerca de 5 dólares — para acessar todas as músicas do mundo. As gravações seriam enviadas para você sob demanda, pela internet, para qualquer equipamento.
Todo consumidor teria seu canal e poderia fazer pesquisas no enorme banco de dados musical do jeito que quisesse — por artista, gênero, popularidade e assim por diante. O seu canal daria sugestões de acordo com seu gosto. Também seria possível ter acesso a uma playlist com as favoritas do Mick Jagger, por exemplo.
Músicos, compositores e gravadoras seriam compensados por meio de sistemas que analisam sua popularidade. O bolo seria dividido entre eles de acordo com o número de vezes que a música fosse transmitida. Isso solucionaria o problema de direitos autorais. Ninguém mais iria “roubar” música. Por que tomar posse de uma música se você pode ouvi-la a qualquer hora, em qualquer equipamento?
Outras propostas poderiam solucionar o problema, mas elas também vêm de um pensamento do mundo wiki, de espírito de colaboração. Os especialistas em propriedade intelectual William Fisher e Neil Netanel argumentam que os sites P2P deveriam receber autorização para distribuir música gratuitamente. E quem pagaria por isso seriam os provedores de internet e os fabricantes de equipamentos. Outra iniciativa é a da Electronic Frontier Foundation, que propôs uma licença que daria ao comprador a imunidade de processos por compartilhamento de arquivos. Mais uma vez, as taxas cobradas para obter a licença remunerariam os artistas.
Pensamentos como esses têm o apoio de um número crescente de músicos. A Associação de Compositores do Canadá, por exemplo, está propondo uma taxa de 4 dólares mensais para acessar as músicas por demanda, que seria administrada pelos provedores de internet.
Em vez de criar novas propostas para o entretenimento digital, a legislação do Reino Unido mostra a persistência em um modelo de negócio ultrapassado. Assim, a indústria que nos trouxe os Beatles é odiada por seus consumidores e está entrando em colapso.
FONTE: INFO Online
 
 
 
Google oferece recompensa para quem encontrar falhas no Chrome
 
O Google está oferecendo uma recompensa de US$ 500 a US$ 1.337 para quem
encontrar falhas de segurança em seu navegador Google Chrome. O objetivo
da empresa é atrair desenvolvedores e pesquisadores de segurança para
tornar seu produto mais seguro. A empresa esclarece que não poderão
participar cidadãos de países onde os Estados Unidos impuseram fortes
restrições de exportação (por exemplo, Cuba, Irã, Coréia do Norte, Sudão e
Síria) nem menores de idade, a menos que sejam representadas por adultos
responsáveis.
FONTE: Clube do Hardware
 
 
 
Twitter pede que usuários troquem senhas
 
O Twitter notificou diversos usuários sobre a possibilidade de um ataque baseado em phishing e da necessidade de alterarem suas senhas para acessar o microblog.
A mensagem, enviada por e-mail, parece com mais uma tentativa de roubar dados. Mas segundo o Mashable, ela é genuína e deve ser levada a sério.
O sistema parece enviar duas opções de texto aos usuários: “devido à preocupação de que sua conta tenha sido comprometida em um ataque de phishing que aconteceu fora do Twitter, sua senha foi alterada”. A segunda versão não faz menção ao ataque fora do microblog, mas ambas acompanham um link para a alteração da senha.
De acordo com o Next Web, a crise pode estar relacionada ao usuário @THCx, que teria acessado diversas contas com a ajuda de uma flaha de segurança, o que ainda não foi confirmado.
Apesar da equipe do Twitter não ter emitido nenhum aviso em seus blogs, o procedimento é comum em casos de ataques em massa que podem comprometer as informações dos usuários.
A mensagem ainda recomenda a verificação do sistema com um antivírus atualizado, principalmente se forem detectadas atualizações (tuítes) não autorizados em sua conta. Além disso, é preciso tomar cuidado especial com aplicativos de terceiros.
É possível desabilitá-los acessando o endereço www.twitter.com/account/connections. Basta remover os privilégios de acesso.
FONTE: INFO Online

 
 

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