"Hacker" desliga mais de 100 carros
remotamente
Você chega, abre a porta, senta no carro e tenta dar a
partida. E nada. Tenta de novo, mas o carro não dá o menor
sinal. Mas, longe de ser um problema técnico, o que realmente
aconteceu é que seu carro foi desligado por um
''hacker''.
De acordo com informações da Wired Magazine,
mais de 100 motoristas em Austin, cidade no Texas, EUA,
tiveram seus carros desligados ou simplesmente ficaram com as
buzinas fora de controle. Um "hacker" – termo utilizado pela
própria Wired para descrever o criminoso – rodou um sistema de
imobilização de veículos pela internet, normalmente usado para
casos em que os donos estão inadimplentes.
A unidade de
High Tech Crime de Austin prendeu na última quarta (17) Omar
Ramos Lopez, 20, ex-empregado da Texas Auto Center. Ele tinha
sido despedido no mês passado e, para se vingar, começou a
causar transtornos para clientes da cidade utilizando o
sistema de imobilização.
FONTE: GigaBlog do
UOL
Sites podem ser obrigados a exibir
endereço e CNPJ
Razão social, endereço e CNPJ podem se tornar dados
obrigatórios em páginas de pessoas jurídicas de direito
privado, caso seja aprovado o projeto de lei 5470/2009.
A
iniciativa partiu do deputado Carlos Sampaio e tem como
objetivo proporcionar maior segurança às transações comerciais
feitas pela internet.
O projeto passou pela aprovação da
Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da
Câmara nesta quarta-feira (17) e segue para avaliação da
Comissão de Defesa do Consumidor. Caso seja aprovado,
aguardará a aprovação da Comissão de Constituição e Justiça e
de Cidadania.
A sanção para aqueles que não se adequarem às
normas está prevista em advertência, multa de até R$50 mil e
suspensão da página na web.
FONTE: Olhar
Digital
Cresce uso da web por grupos
terroristas
O uso de redes sociais como Facebook, Twitter e YouTube
por militantes e grupos de ódio cresceu quase 20% no ano
passado, segundo estudo do Centro Simon Wiesenthal.
O
estudo, feito com base em pesquisas realizadas pelo centro e
dicas do público, descobriu mais de 11.500 redes sociais,
sites, fóruns e blogs que promovem violência, anti-semitismo,
homofobia, músicas de ódio e "terrorismo", ante os 10 mil
registrados um ano antes.
"Os números provavelmente são, no
fim das contas, maiores que isso", disse em coletiva de
imprensa o rabi Abraham Cooper, vice-reitor do centro de
estudos que pesquisa grupos de ódio na internet desde 1995.
"(O número) deveria ser visto como uma estimativa para baixo",
ressaltou.
Extremistas na internet também colocam ênfase na
ideia de operarem sozinhos ao invés de fazerem parte de um
grupo, informou o grupo de direitos humanos batizado em
homenagem ao caçador de nazistas Simon Wiesenthal.
"Embora
ensinamos às nossas crianças que palavras não doem, isso não é
sempre verdade", disse a congressista Carolyn Maloney, do
estado de Nova York, a jornalistas, "Terrorismo e intolerância
começam com palavras, mas podem virar ações".
FONTE: INFO Online
Rio convidou Apple a abrir loja no
país
O governo do Rio de Janeiro convidou a Apple a abrir uma
loja própria na capital fluminense, mas obteve um não como
resposta.
O convite foi feito pelo secretário estadual da
Cultura, Washington Fajardo, que procura apoio na iniciativa
privada para revitalizar a Zona Portuária do Rio de Janeiro.
Fajardo tenta atrair lojas sofisticadas para a região, a
fim de que elas ocupem prédios históricos na área e contribuam
para atrair um novo perfil de público para a Zona
Portuária.
De acordo com edição de hoje do jornal O Globo,
o próprio CEO da Apple, Steve Jobs, teria enviado a negativa
ao governo fluminense.
Segundo a publicação, Jobs
argumentou que o Brasil tem políticas “malucas” de taxação de
eletrônicos importados, o que torna o mercado pouco
interessante para a Apple, a ponto de não justificar a
abertura de uma loja própria.
Atualmente, a Apple
comercializa seus produtos no Brasil por meio de revendedores
autorizados, como a rede Fast Shop ou Fnac.
A Apple não
comentou as informações divulgadas pelo governo do
Rio.
FONTE: INFO Online
Compartilhar não é
crime
Sinto-me obrigado a comentar a Lei de Economia Digital do
governo do Reino Unido. E já vou dizer por que: eu já discutia
o termo “economia digital” em 1995, no meu livro que levava
esse nome. Essa nova lei é falha, pois pune os internautas que
compartilham músicas. Temos de superar a ideia de que
compartilhar música é um roubo. A obsessão por controle, o
combate à pirataria e os formatos proprietários criados pela
indústria apenas enfurecem os fãs de música.
A solução é
parar de tentar vender as músicas por um preço definido. A
indústria da música tem de pensar como um wiki. A música deve
ser um serviço, não um produto. Em vez de comprar faixas, você
poderia pagar uma pequena quantia mensal — vamos estimar cerca
de 5 dólares — para acessar todas as músicas do mundo. As
gravações seriam enviadas para você sob demanda, pela
internet, para qualquer equipamento.
Todo consumidor teria
seu canal e poderia fazer pesquisas no enorme banco de dados
musical do jeito que quisesse — por artista, gênero,
popularidade e assim por diante. O seu canal daria sugestões
de acordo com seu gosto. Também seria possível ter acesso a
uma playlist com as favoritas do Mick Jagger, por
exemplo.
Músicos, compositores e gravadoras seriam
compensados por meio de sistemas que analisam sua
popularidade. O bolo seria dividido entre eles de acordo com o
número de vezes que a música fosse transmitida. Isso
solucionaria o problema de direitos autorais. Ninguém mais
iria “roubar” música. Por que tomar posse de uma música se
você pode ouvi-la a qualquer hora, em qualquer
equipamento?
Outras propostas poderiam solucionar o
problema, mas elas também vêm de um pensamento do mundo wiki,
de espírito de colaboração. Os especialistas em propriedade
intelectual William Fisher e Neil Netanel argumentam que os
sites P2P deveriam receber autorização para distribuir música
gratuitamente. E quem pagaria por isso seriam os provedores de
internet e os fabricantes de equipamentos. Outra iniciativa é
a da Electronic Frontier Foundation, que propôs uma licença
que daria ao comprador a imunidade de processos por
compartilhamento de arquivos. Mais uma vez, as taxas cobradas
para obter a licença remunerariam os artistas.
Pensamentos
como esses têm o apoio de um número crescente de músicos. A
Associação de Compositores do Canadá, por exemplo, está
propondo uma taxa de 4 dólares mensais para acessar as músicas
por demanda, que seria administrada pelos provedores de
internet.
Em vez de criar novas propostas para o
entretenimento digital, a legislação do Reino Unido mostra a
persistência em um modelo de negócio ultrapassado. Assim, a
indústria que nos trouxe os Beatles é odiada por seus
consumidores e está entrando em colapso.
FONTE: INFO Online
Google oferece recompensa para quem
encontrar falhas no Chrome
O Google está oferecendo uma recompensa de US$ 500 a US$
1.337 para quem
encontrar falhas de segurança em seu
navegador Google Chrome. O objetivo
da empresa é atrair
desenvolvedores e pesquisadores de segurança para
tornar
seu produto mais seguro. A empresa esclarece que não
poderão
participar cidadãos de países onde os Estados
Unidos impuseram fortes
restrições de exportação (por
exemplo, Cuba, Irã, Coréia do Norte, Sudão e
Síria) nem
menores de idade, a menos que sejam representadas por
adultos
responsáveis.
FONTE: Clube do
Hardware
Twitter pede que usuários troquem
senhas
O Twitter notificou diversos usuários sobre a
possibilidade de um ataque baseado em phishing e da
necessidade de alterarem suas senhas para acessar o
microblog.
A mensagem, enviada por e-mail, parece com mais
uma tentativa de roubar dados. Mas segundo o Mashable, ela é
genuína e deve ser levada a sério.
O sistema parece enviar
duas opções de texto aos usuários: “devido à preocupação de
que sua conta tenha sido comprometida em um ataque de phishing
que aconteceu fora do Twitter, sua senha foi alterada”. A
segunda versão não faz menção ao ataque fora do microblog, mas
ambas acompanham um link para a alteração da senha.
De
acordo com o Next Web, a crise pode estar relacionada ao
usuário @THCx, que teria acessado diversas contas com a ajuda
de uma flaha de segurança, o que ainda não foi
confirmado.
Apesar da equipe do Twitter não ter emitido
nenhum aviso em seus blogs, o procedimento é comum em casos de
ataques em massa que podem comprometer as informações dos
usuários.
A mensagem ainda recomenda a verificação do
sistema com um antivírus atualizado, principalmente se forem
detectadas atualizações (tuítes) não autorizados em sua conta.
Além disso, é preciso tomar cuidado especial com aplicativos
de terceiros.
É possível desabilitá-los acessando o
endereço
www.twitter.com/account/connections.
Basta remover os privilégios de acesso.
FONTE:
INFO Online
Obrigado e até sua próxima
pergunta.
Este e-mail é de carater informativo, sendo um
clipping de outros websites. Não alteramos o conteúdo das
matérias e citamos a fonte de onde foram coletadas.
Você
está recebendo este e-mail por já ter feito alguma pergunta ao
Resposta Online e não receberá novamente caso não tenha
assinado este informe. Querendo excluir-se da
lista, responda esta mensagem com o assunto:
EXCLUIR.