Resposta Online
Notícias -
Edição 15 de 11 de Maio de
2007
Site
fornece álibi para usuário em
apuros
Você pretende faltar
ao trabalho para ir a uma pescaria ou trair seu
parceiro?
Uma empresa online oferece
álibis para todas as ocasiões, e se justifica alegando
que as pessoas que agem assim o fariam com ou sem os
seus serviços.
A Alibi Network, que atua nesse
mercado há dois anos, diz que inventa, cria e fornece
desculpas e álibis para pessoas que desejam justificar
suas ausências.
O serviço inclui um número virtual
de telefone para um hotel, com atendimento 24 horas,
reservas falsas de passagens aéreas, com tíquetes
eletrônicos, reservas de hotéis e detalhes sobre uma
suposta conferência.
"As pessoas nos usam por
diversas razões, algumas das quais, evidentemente,
incluem infidelidade, mas elas certamente não se limitam
a isso", disse Helen Tracy, porta-voz da empresa, em
entrevista.
"Nós estamos simplesmente fornecendo um
serviço, e não encorajamos a infidelidade. As pessoas
que querem ter casos o farão com ou sem nós",
acrescentou.
Os clientes iniciais se registram
online ou por um telefone de assistência a clientes. Por
uma taxa anual, a empresa envia um convite para uma
conferência de vendas ou show de rock, faz telefonemas
sobre emergências de trabalho ou fornece reservas
simuladas para ficar fora no fim de semana.
Os
clientes podem requerer álibis que se enquadrem às suas
necessidades específicas, mas o custo de desculpas
personalizadas depende de sua complexidade, segundo a
empresa.
A empresa não pergunta por que as pessoas
precisam de álibis ou desculpas, mas os clientes têm de
assinar termos de responsabilidade. Tracy diz que a
empresa verifica a legalidade dos pedidos que atende.
"A Alibi Network toma cuidado especial para não e
envolver em atividades ilegais", disse Tracy,
acrescentando que a empresa cooperaria com a polícia, se
fosse necessário.
Além de álibis e desculpas, a
empresa também fornece serviços discretos de compras em
todo o mundo.
Apesar de os Estados Unidos
responderem pela maioria dos clientes, o site http://www.alibinetwork.com
foi visitado por pessoas de mais de 150 países. O setor
de venda de álibis está indo tão bem que a companhia
pretende abrir três escritórios na Europa e oferecer
desculpas em outras línguas além do
inglês.
Fonte:
Reuters
Brasil deixa topo da lista de
países piratas
O Brasil mudou de categoria
na lista “Special 301”, que lista os países onde a venda
de produtos piratas é crítica.
De acordo com o órgão
comercial americano que organiza o ranking, a
reclassificação é um reconhecimento internacional dos
esforços do Estado brasileiro em reprimir a venda de
CDs, DVDs, eletrônicos e produtos têxteis pirateados.
Até o final de abril, o Brasil figurada no topo da
lista, junto com países como China, Rússia, Argentina e
Paraguai, consideradas regiões de baixa repressão ao
comércio ilegal.
Com a reclassificação, o Brasil
fica na lista de “países em observação”, onde figuram
Canadá e México.
Em nota publicada no site o
Itamaraty, o ministério da Relações Exteriores diz que a
reclassificação é bem-vinda, mas ainda considera injusta
a manutenção do pais na lista de países em observação.
Fonte: INFO
Online
Pen drives tornam-se principal
preocupação de segurança
Pesquisa com gestores de TI
mostra que o uso de drives USB, disseminado na rotina
corporativa, é considerado ameaça de segurança maior que
malware
Estudo da Centennial Software
mostra que 38,4% dos gestores de TI consideram
dispositivos portáteis de armazenamento como principal
preocupação de segurança. Em 2006, 25,7% dos
entrevistados apontavam esta ameaça.
A pesquisa consultou 370
profissionais de TI. Segundo Bill Piwonka,
vice-presidente de gerenciamento de produtos da
Centennial Software, que conduziu a pesquisa, destaca a
facilidade com que é possível baixar informações em tais
dispositivos e sugere políticas de segurança e controle
para prevenir a transferência de dados sensíveis para
evitar problemas. Além disso, pen drives são perdidos
com freqüência, e é necessário usar encriptação em tais
dispositivos.
Cerca de 80% dos
entrevistados admitiram que suas organizações não
possuem medidas efetivas para combater o uso
não-autorizado de dispositivos portáteis. E 43,2%
citaram total ausência de controle. Apenas 8,6% proíbem
completamente o uso de tais aparelhos.
Fonte: ITWeb
Ar-condicionado: inimigo dos
HDs
A empresa ESS, de recuperação
de dados, alerta que ar-condicionado pode
ser tão
perigoso para os HDs quanto o calor excessivo. O
presidente Ben
Carmitchel disse que no verão os
problemas com os discos-rígidos aumentam,
e muito. Na
verdade, acontece por causa dos picos de luz causados
pelos
ares-condicionados. De acordo com o executivo,
um ar-condicionado aumenta
o consumo de eletricidade
de uma casa em 50%, o que pode causar picos de
luz e
queda de fornecimento de energia e isso, de acordo com a
ESS, pode
causar mais danos ao HD do que seu
superaquecimento.
Fonte: The
Inquirer