27/03/2008
 
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Resposta Online Notícias - Edição 62 de 11 de Abril de 2008

Velocidade da 3G decepciona usuários

A principal promessa das redes de terceira geração é maior velocidade de acesso a dados. Dispostas a competir com os serviços de banda larga via cabo e ADSL disponíveis no mercado, as operadoras que já estrearam suas redes 3G no Brasil – Vivo, Telemig e Claro – investiram pesado na divulgação de pacotes de banda larga móvel para PCs utilizando a rede celular.
Porém, o desempenho do serviço vem decepcionando muitos usuários. No site de reclamações online Reclame Aqui, por exemplo, centenas de usuários registraram sua insatisfação com a velocidade. Comunidades no Orkut também reúnem clientes insatisfeitos com a 3G.
Embora as redes de terceira geração tenham o potencial teórico de atingir picos de velocidade de até 14,4 Mbps (megabits por segundo), na prática, a conexão é bem mais lenta. No Brasil, a velocidade oferecida pelas operadoras nos planos 3G varia.
A Vivo, que utiliza a tecnologia EV-DO na sua rede CDMA para oferecer o serviço Zap, estima velocidade média da conexão entre 300 Kbps (kilobits por segundo) e 700 Kbps. Já a Telemig, que trabalha com a tecnologia HSDPA em rede WCDMA, dá como referência aos clientes a velocidade média de 1 Mbps (megabit por segundo).
No caso das duas operadoras – que recentemente se fundiram – os preços dos pacotes variam conforme a quantidade de dados trafegados.
Já a Claro, recém-entrante no segmento, trabalha com um modelo mais parecido com o que os clientes já estão acostumados na banda larga tradicional. A operadora não limita o volume de dados, mas oferece três pacotes de velocidades distintas: 250 Kbps, 500 Kbps e 1 Mbps.
Porém, de acordo com as próprias operadoras, diversos fatores podem interferir na velocidade obtida pelo usuário. Um deles é a distância entre o ponto onde o serviço está sendo acessado e a antena que está emitindo o sinal, conhecida como ERB (estação rádio base).
“Nas regiões periféricas ou onde há interferência, pode haver queda de performance”, atesta Paulo Matos, diretor de engenharia da Telemig. Como a transmissão é sem fio, outros fatores como a topografia e o clima também podem interferir no desempenho do serviço.
Há ainda um fator polêmico: o número de usuários conectados simultaneamente ao serviço. As operadoras negam que suas redes não tenham capacidade para atender a atual demanda por banda entre os usuários do serviço, mas admitem que este cenário pode causar a redução em velocidade.
A Claro, por exemplo, garante em contrato apenas 10% da velocidade nominal do serviço. No plano mais básico de 250 Kpbs, isso significa 25 Kbps – menos que uma conexão discada. “Não é o que o cliente vai ter o tempo todo, mas pode ocorrer em momentos de pico”, explica Fiamma Zarife, diretora de serviços de valor agregado da Claro.
O argumento apresentado pela operadora é de que o serviço ainda é novo e, portanto, gera dúvidas por parte dos clientes. Mas a Vivo, que já está no mercado de 3G há quatro anos, não poupa críticas os novos entrantes pela falta de responsabilidade ao divulgar os serviços.
“Falta responsabilidade na hora de cumprir a expectativa”, diz Cristiano Zaroni, gerente de marketing de oferta profissional da Vivo. “É um risco muito grande oferecer planos baseados em velocidade. Além de frustrar o usuário, isso compromete o crescimento de um mercado que tem uma importância enorme”, ele justifica. 
 

Responsabilidade do cliente

Diante de todas essas questões, o usuário deve estar muito atento na hora de adquirir um serviço de banda larga para o seu computador utilizando a rede 3G. Em primeiro lugar, é importante ler com atenção o contrato e entender as garantias de serviço estabelecidas nele.
Outro fator importante a ser questionado é a área de cobertura do serviço. Tenha certeza de que as áreas em que você pretende usar a rede 3G são de fato cobertas pela tecnologia, pois do contrário o aparelho se conectará à rede 2G, que garante velocidade média de apenas 100 Kbps. As operadoras asseguram que tais informações estão disponíveis no ponto-de-venda.
Ciente destas políticas, se optar por um serviço, o cliente deve verificar se ele está sendo entregue dentro dos termos definidos. “O cliente tem que estar ciente da velocidade contratada e monitorar o serviço, fazendo um relatório de todos os problemas”, orienta Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor)
Segundo a especialista, se a velocidade ficar abaixo do mínimo garantido em contrato, o usuário pode exigir desconto no preço do serviço ou cancelamento do contrato. Dolci também aconselha o usuário a encaminhar a reclamação aos órgãos de defesa e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
FONTE: IDG Now!

 

Para comprar Yahoo, Microsoft se aproxima de magnata

A News Corporation, empresa do magnata Rupert Murdoch, iniciou negociações com a Microsoft para a compra do Yahoo!, afirmou nesta quarta-feira, 9, a versão on-line do jornal " New York Times". A operação combinaria um consórcio envolvendo Yahoo!, Microsoft, News Corporation e MySpace. A publicação acrescentou que as conversas abrem um novo capítulo na tentativa de aquisição que começou há algumas semanas, quando a Microsoft ofereceu US$ 44,6 bilhões pelo portal.
O "New York Times" indicou que, se a News Corporation der suporte à oferta da Microsoft, o gigante da informática teria capacidade de aumentá-la, o que tornaria ainda maior a pressão sobre o Yahoo! e seus acionistas. Ao mesmo tempo, a aliança entre Microsoft e News Corporation deixaria o Yahoo! com menos oportunidades de escapar do assédio do gigante de software, disse o "New York Times".
Microsoft e Yahoo! não comentaram a versão do jornal nova-iorquino, e um porta-voz da News Corporation disse que não falaria sobre "especulações".
Fonte: EFE

 

Adobe Media Player 1.0 está na rede

Lançado em versão beta há quase um ano, o Adobe Media Player é gratuito e oferece vantagens como busca de vídeos e alertas sobre atualizações em canais de conteúdo. O material poderá ser visto por streaming ou baixado, dependendo da vontade do produtor.
Para abastecer o tocador, a empresa lançou o site de conteúdo Adobe TV, que tem parceiros como a CBS, Comedy Central, MTV e Nickelodeon. Também são atrações do portal vídeos com tutoriais sobre Flash, Dreamweaver e sobre outros produtos da Adobe.
Apesar de toda a interação com a internet, o player, que tem versões para Windows e Mac, pode funcionar enquanto a máquina está desconectada.
Baseado na recém-lançada plataforma AIR, que usa a mesma linguagem de programação do Flash, o programa servirá como vitrine para a Adobe mostrar que sua plataforma é capaz de misturar características de aplicações para web com aplicações tradicionais para desktop.
FONTE: INFO Online

 

Projeto propõe ressarcir usuário de TV paga

A medida está prevista no Projeto de Lei do Senado 591/07, de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), que foi aprovado nesta quarta-feira (9), em decisão terminativa, pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).
O projeto modifica a Lei Geral de Telecomunicações (9472/97) para estabelecer a compensação entre os direitos dos usuários. A devolução do valor correspondente ao do período de suspensão dos serviços deverá ocorrer, segundo a proposta, em até 40 dias, em conta posterior, independentemente de solicitação do usuário. Com a mesma finalidade, são ainda modificados dispositivos da Lei da Concessão do Serviço Público (8987/95) e da Lei da TV a Cabo (8977/95).
- O projeto aprofunda a proteção ao direito do consumidor e garante maior segurança jurídica aos consumidores eventualmente lesados, estabelecendo uma compensação por interrupção na prestação dos serviços - afirmou o senador Flávio Arns (PT-PR), relator da proposta, ao apresentar seu voto favorável à matéria.
Na justificativa do seu projeto, Crivella lembra que é crescente o número de queixas de usuários de serviços de telecomunicações, televisão a cabo e Internet de banda larga, principalmente por causa de falhas na continuidade dos serviços. Essas falhas, diz ainda o autor da proposta, vêm impondo ao consumidor prejuízos com os quais as próprias operadoras dos serviços deveriam arcar.
Igualmente em decisão terminativa, a comissão aprovou 24 projetos de decreto legislativo que autorizam o funcionamento de emissoras de rádio e televisão. Entre eles, o PDS 419/07, que autoriza o governo de Mato Grosso a estabelecer uma emissora de televisão educativa em Cuiabá, capital do estado. O projeto teve como relator o senador Valter Pereira (PMDB-MS), que lembrou ter ocorrido na terça-feira (8) o aniversário da capital mato-grossense.
A CCT aprovou também requerimento de Flávio Arns para a realização de audiência pública sobre o papel dos veículos regionais de comunicação em todo o país. Foi retirado de pauta o Projeto de Resolução do Senado 58/07, de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO), que pretende - respeitada a prioridade às sessões plenárias - conceder maior liberdade à TV Senado na definição de sua grade de programação. O projeto recebeu parecer contrário do relator, senador Romeu Tuma (PTB-SP). Mas o relator decidiu rever o seu parecer, a pedido do autor do projeto.
FONTE:Agência Senado

 

Web 10 mil vezes mais rápida vem aí

O Centro Físico Cern, o mesmo que em 1989 lançou a primeira versão da World Wide Web, anuncia uma Internet 10 mil vezes mais rápida. A novidade, batizada de The Grid (a grade), deve estar disponível em no máximo dois anos.
Conforme o Cern, o desenvolvimento da nova rede mundial, baseada em fibra ótica, vem sendo realizado de forma independente da web atual. Isso porque, devido ao grande volume de dados carregados e transmitidos pela nova Internet, esta poderia provocar uma pane geral no universo online, informa o AdNews.
Até agora, a nova web tem 55 mil servidores. A previsão é que, até o lançamento, este número suba para 200 mil.
FONTE: Baguete

 

Vex traz ao mercado Wi-Fi para tecnologia 3G

A Vex, empresa com foco na instalação de redes sem fio com tecnologia Wi-Fi no Brasil, lança a união entre conexão wireless e 3G, oferecendo serviço de banda larga veloz e de longo alcance para usuários em trânsito. A convergência entre as duas tecnologias permite o acesso sem fio em hotspots móveis a partir de um acess point e de uma conexão 3G.
A convergência também é uma opção de utilização da Internet em locais que ainda não têm banda larga disponível, levando aos clientes que não possuam um modem 3G o acesso à rede por meio dos serviços já disponíveis pelo provedor. "O serviço será muito útil para quem precisa de uma conexão veloz e de mobilidade. Vamos trabalhar em parceria principalmente com empresas de ônibus, fretados (intermunicipais e interestaduais), táxis, além de pousadas e hotéis que ainda não tenham banda larga por conta da distância dos centros urbanos", explica Roberto Ugolini Neto, presidente da Vex.
O acesso ao Wi-Fi 3G é feito da mesma maneira que um hotspot comum. Ao se conectar, o cliente busca a rede da Vex e faz a autenticação na página da empresa. Já a estrutura técnica para a instalação dos hotspots convergentes conta com um acess point (VexBox), o modem 3G de qualquer operadora (plug&play) e uma fonte de energia.
FONTE: Olhar Digital

 

3G: Claro responde aos leitores

A Claro respondeu aos leitores do Baguete que vêm reclamando do serviço 3G oferecido pela operadora.
Procurada pelo site, a empresa afirma que "o sucesso da banda larga 3G foi muito acima do esperado, mas a Claro já está trabalhando na ampliação de sua rede 3G a fim de aumentar sua capacidade de tráfego e melhorar a performance e estabilidade da conexão".
O descontentamento dos usuários foi matéria do Baguete na sexta-feira, 04, que pode ser lida na íntegra pelo link relacionado abaixo.
FONTE: Baguete

 

Acesso intenso provoca suspensão de download do antivírus AVG 8.0

Servidores não suportaram a intensidade do tráfego provocado pelo número de downloads; serviço deve retornar no final do mês.
A AVG suspendeu temporariamente o download da versão gratuita do antivírus AVG 8.0, lançada recentemente. Em comunicado, a AVG informa que o excesso de donwloads causou congestionamentos nos servidores, obrigando a empresa a suspender o serviço até que o problema seja solucionado.
De acordo com a AVG, uma das possíveis causas do grande volume de interessados pelo antivírus gratuito foi o lançamento de versões em japonês, italiano e alemão do software.
Com o enorme volume de acessos, as páginas locais da desenvolvedora em diversos países ficaram inacessíveis. De acordo com números da própria AVG, cerca de 70 milhões de usuários no mundo utilizam o software da marca.
Para contornar o problema, a AVG retirou o acesso ao download para ajustar a infra-estrutura dos servidores e canais de acesso. A previsão é que o AVG 8.0 free esteja novamente disponível para ser baixado no final de abril.
FONTE: IDG Now!

 

Homens perdem mais dinheiro em golpes online que mulheres, diz estudo

Prejuízo online total registrado nos EUA, em 2007, chegou a 239 milhões de dólares, 40 milhões de dólares a mais que em 2006.
Os homens perdem mais dinheiro em golpes virtuais do que as mulheres, segundo um relatório do Centro de Reclamações de Crimes na Internet dos Estados Unidos, órgão responsável por monitorar os crimes online.
Entre as 260 mil reclamações recebidas pelo órgão no ano passado, os homens perderam em média 1,67 dólar, enquanto as mulheres perderam cerca de 1 dólar em fraudes online.
“Historicamente, os homens tendem a comprar mais itens de maior valor médio, como eletrônicos… essa pode ser uma explicação”, disse John Kane, responsável pelo relatório.
Mas com as mulheres gastando mais na internet, outro fator pode explicar a diferença: os homens tendem a cair mais em certos tipos de golpes – como fraudes de investimento – que as mulheres, segundo Kane.
As reclamações ligadas a fraudes de investimento têm um valor médio de 3,5 mil dólares e são dominadas principalmente pelo sexo masculino.
Em comparação, nos casos de fraude em sites de leilão, por exemplo, tanto homens quanto mulheres são vítimas freqüentes. Porém a perda média é menor: 480 dólares.
O prejuízo total registrado em 2007 chegou a 239 milhões de dólares, 40 milhões de dólares a mais que em 2006, embora o número de reclamações tenha caído pelo segundo ano consecutivo.
Kane credita a redução de reclamações à maior consciência dos usuários, porém o pesquisador Gary Warner, da Universidade do Alabama em Birmingham, há outra explicação: muitos números de cartões de crédito são roubados, mas não são usados.
“Uma teoria é que ninguém quer ir para a cadeia por roubar 40 dólares”, ele argumenta. “Portanto quando eles acessam essas contas, eles usam apenas as que têm maior valor”.
FONTE: IDG Now!

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