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Resposta Online
Notícias -
Edição 62 de 11 de Abril de
2008
Velocidade da 3G decepciona usuários
A principal promessa das redes de terceira
geração é maior velocidade de acesso a dados. Dispostas a
competir com os serviços de banda larga via cabo e ADSL
disponíveis no mercado, as operadoras que já estrearam suas
redes 3G no Brasil – Vivo, Telemig e Claro – investiram pesado
na divulgação de pacotes de banda larga móvel para PCs
utilizando a rede celular. Porém, o desempenho do serviço
vem decepcionando muitos usuários. No site de reclamações
online Reclame Aqui, por exemplo, centenas de usuários
registraram sua insatisfação com a velocidade. Comunidades no
Orkut também reúnem clientes insatisfeitos com a 3G. Embora
as redes de terceira geração tenham o potencial teórico de
atingir picos de velocidade de até 14,4 Mbps (megabits por
segundo), na prática, a conexão é bem mais lenta. No Brasil, a
velocidade oferecida pelas operadoras nos planos 3G
varia. A Vivo, que utiliza a tecnologia EV-DO na sua rede
CDMA para oferecer o serviço Zap, estima velocidade média da
conexão entre 300 Kbps (kilobits por segundo) e 700 Kbps. Já a
Telemig, que trabalha com a tecnologia HSDPA em rede WCDMA, dá
como referência aos clientes a velocidade média de 1 Mbps
(megabit por segundo). No caso das duas operadoras – que
recentemente se fundiram – os preços dos pacotes variam
conforme a quantidade de dados trafegados. Já a Claro,
recém-entrante no segmento, trabalha com um modelo mais
parecido com o que os clientes já estão acostumados na banda
larga tradicional. A operadora não limita o volume de dados,
mas oferece três pacotes de velocidades distintas: 250 Kbps,
500 Kbps e 1 Mbps. Porém, de acordo com as próprias
operadoras, diversos fatores podem interferir na velocidade
obtida pelo usuário. Um deles é a distância entre o ponto onde
o serviço está sendo acessado e a antena que está emitindo o
sinal, conhecida como ERB (estação rádio base). “Nas
regiões periféricas ou onde há interferência, pode haver queda
de performance”, atesta Paulo Matos, diretor de engenharia da
Telemig. Como a transmissão é sem fio, outros fatores como a
topografia e o clima também podem interferir no desempenho do
serviço. Há ainda um fator polêmico: o número de usuários
conectados simultaneamente ao serviço. As operadoras negam que
suas redes não tenham capacidade para atender a atual demanda
por banda entre os usuários do serviço, mas admitem que este
cenário pode causar a redução em velocidade. A Claro, por
exemplo, garante em contrato apenas 10% da velocidade nominal
do serviço. No plano mais básico de 250 Kpbs, isso significa
25 Kbps – menos que uma conexão discada. “Não é o que o
cliente vai ter o tempo todo, mas pode ocorrer em momentos de
pico”, explica Fiamma Zarife, diretora de serviços de valor
agregado da Claro. O argumento apresentado pela operadora é
de que o serviço ainda é novo e, portanto, gera dúvidas por
parte dos clientes. Mas a Vivo, que já está no mercado de 3G
há quatro anos, não poupa críticas os novos entrantes pela
falta de responsabilidade ao divulgar os serviços. “Falta
responsabilidade na hora de cumprir a expectativa”, diz
Cristiano Zaroni, gerente de marketing de oferta profissional
da Vivo. “É um risco muito grande oferecer planos baseados em
velocidade. Além de frustrar o usuário, isso compromete o
crescimento de um mercado que tem uma importância enorme”, ele
justifica.
Responsabilidade do cliente
Diante de todas essas questões, o usuário deve
estar muito atento na hora de adquirir um serviço de banda
larga para o seu computador utilizando a rede 3G. Em primeiro
lugar, é importante ler com atenção o contrato e entender as
garantias de serviço estabelecidas nele. Outro fator
importante a ser questionado é a área de cobertura do serviço.
Tenha certeza de que as áreas em que você pretende usar a rede
3G são de fato cobertas pela tecnologia, pois do contrário o
aparelho se conectará à rede 2G, que garante velocidade média
de apenas 100 Kbps. As operadoras asseguram que tais
informações estão disponíveis no ponto-de-venda. Ciente
destas políticas, se optar por um serviço, o cliente deve
verificar se ele está sendo entregue dentro dos termos
definidos. “O cliente tem que estar ciente da velocidade
contratada e monitorar o serviço, fazendo um relatório de
todos os problemas”, orienta Maria Inês Dolci, coordenadora
institucional da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do
Consumidor) Segundo a especialista, se a velocidade ficar
abaixo do mínimo garantido em contrato, o usuário pode exigir
desconto no preço do serviço ou cancelamento do contrato.
Dolci também aconselha o usuário a encaminhar a reclamação aos
órgãos de defesa e à Agência Nacional de Telecomunicações
(Anatel). FONTE: IDG Now!
Para comprar Yahoo, Microsoft se aproxima de
magnata
A News Corporation, empresa do magnata Rupert
Murdoch, iniciou negociações com a Microsoft para a compra do
Yahoo!, afirmou nesta quarta-feira, 9, a versão on-line do
jornal " New York Times". A operação combinaria um consórcio
envolvendo Yahoo!, Microsoft, News Corporation e MySpace. A
publicação acrescentou que as conversas abrem um novo capítulo
na tentativa de aquisição que começou há algumas semanas,
quando a Microsoft ofereceu US$ 44,6 bilhões pelo portal.
O "New York Times" indicou que, se a News Corporation der
suporte à oferta da Microsoft, o gigante da informática teria
capacidade de aumentá-la, o que tornaria ainda maior a pressão
sobre o Yahoo! e seus acionistas. Ao mesmo tempo, a aliança
entre Microsoft e News Corporation deixaria o Yahoo! com menos
oportunidades de escapar do assédio do gigante de software,
disse o "New York Times". Microsoft e Yahoo! não
comentaram a versão do jornal nova-iorquino, e um porta-voz da
News Corporation disse que não falaria sobre "especulações".
Fonte: EFE
Adobe Media Player 1.0 está na rede
Lançado em versão beta há quase um ano, o
Adobe Media Player é gratuito e oferece vantagens como busca
de vídeos e alertas sobre atualizações em canais de conteúdo.
O material poderá ser visto por streaming ou baixado,
dependendo da vontade do produtor. Para abastecer o
tocador, a empresa lançou o site de conteúdo Adobe TV, que tem
parceiros como a CBS, Comedy Central, MTV e Nickelodeon.
Também são atrações do portal vídeos com tutoriais sobre
Flash, Dreamweaver e sobre outros produtos da Adobe.
Apesar de toda a interação com a internet, o player, que
tem versões para Windows e Mac, pode funcionar enquanto a
máquina está desconectada. Baseado na recém-lançada
plataforma AIR, que usa a mesma linguagem de programação do
Flash, o programa servirá como vitrine para a Adobe mostrar
que sua plataforma é capaz de misturar características de
aplicações para web com aplicações tradicionais para
desktop. FONTE: INFO Online
Projeto propõe ressarcir usuário de TV
paga
A medida está prevista no Projeto de Lei do
Senado 591/07, de autoria do senador Marcelo Crivella
(PRB-RJ), que foi aprovado nesta quarta-feira (9), em decisão
terminativa, pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação,
Comunicação e Informática (CCT). O projeto modifica a Lei
Geral de Telecomunicações (9472/97) para estabelecer a
compensação entre os direitos dos usuários. A devolução do
valor correspondente ao do período de suspensão dos serviços
deverá ocorrer, segundo a proposta, em até 40 dias, em conta
posterior, independentemente de solicitação do usuário. Com a
mesma finalidade, são ainda modificados dispositivos da Lei da
Concessão do Serviço Público (8987/95) e da Lei da TV a Cabo
(8977/95). - O projeto aprofunda a proteção ao direito do
consumidor e garante maior segurança jurídica aos consumidores
eventualmente lesados, estabelecendo uma compensação por
interrupção na prestação dos serviços - afirmou o senador
Flávio Arns (PT-PR), relator da proposta, ao apresentar seu
voto favorável à matéria. Na justificativa do seu projeto,
Crivella lembra que é crescente o número de queixas de
usuários de serviços de telecomunicações, televisão a cabo e
Internet de banda larga, principalmente por causa de falhas na
continuidade dos serviços. Essas falhas, diz ainda o autor da
proposta, vêm impondo ao consumidor prejuízos com os quais as
próprias operadoras dos serviços deveriam arcar.
Igualmente em decisão terminativa, a comissão aprovou 24
projetos de decreto legislativo que autorizam o funcionamento
de emissoras de rádio e televisão. Entre eles, o PDS 419/07,
que autoriza o governo de Mato Grosso a estabelecer uma
emissora de televisão educativa em Cuiabá, capital do estado.
O projeto teve como relator o senador Valter Pereira
(PMDB-MS), que lembrou ter ocorrido na terça-feira (8) o
aniversário da capital mato-grossense. A CCT aprovou
também requerimento de Flávio Arns para a realização de
audiência pública sobre o papel dos veículos regionais de
comunicação em todo o país. Foi retirado de pauta o Projeto de
Resolução do Senado 58/07, de autoria do senador Expedito
Júnior (PR-RO), que pretende - respeitada a prioridade às
sessões plenárias - conceder maior liberdade à TV Senado na
definição de sua grade de programação. O projeto recebeu
parecer contrário do relator, senador Romeu Tuma (PTB-SP). Mas
o relator decidiu rever o seu parecer, a pedido do autor do
projeto. FONTE:Agência
Senado
Web 10 mil vezes mais
rápida vem aí
O Centro Físico Cern, o mesmo que em 1989
lançou a primeira versão da World Wide Web, anuncia uma
Internet 10 mil vezes mais rápida. A novidade, batizada de The
Grid (a grade), deve estar disponível em no máximo dois anos.
Conforme o Cern, o desenvolvimento da nova rede mundial,
baseada em fibra ótica, vem sendo realizado de forma
independente da web atual. Isso porque, devido ao grande
volume de dados carregados e transmitidos pela nova Internet,
esta poderia provocar uma pane geral no universo online,
informa o AdNews. Até agora, a nova web tem 55 mil
servidores. A previsão é que, até o lançamento, este número
suba para 200 mil. FONTE:
Baguete
Vex traz ao mercado Wi-Fi para tecnologia
3G
A Vex, empresa com foco na instalação de redes
sem fio com tecnologia Wi-Fi no Brasil, lança a união entre
conexão wireless e 3G, oferecendo serviço de banda larga veloz
e de longo alcance para usuários em trânsito. A convergência
entre as duas tecnologias permite o acesso sem fio em hotspots
móveis a partir de um acess point e de uma conexão 3G. A
convergência também é uma opção de utilização da Internet em
locais que ainda não têm banda larga disponível, levando aos
clientes que não possuam um modem 3G o acesso à rede por meio
dos serviços já disponíveis pelo provedor. "O serviço será
muito útil para quem precisa de uma conexão veloz e de
mobilidade. Vamos trabalhar em parceria principalmente com
empresas de ônibus, fretados (intermunicipais e
interestaduais), táxis, além de pousadas e hotéis que ainda
não tenham banda larga por conta da distância dos centros
urbanos", explica Roberto Ugolini Neto, presidente da
Vex. O acesso ao Wi-Fi 3G é feito da mesma maneira que um
hotspot comum. Ao se conectar, o cliente busca a rede da Vex e
faz a autenticação na página da empresa. Já a estrutura
técnica para a instalação dos hotspots convergentes conta com
um acess point (VexBox), o modem 3G de qualquer operadora
(plug&play) e uma fonte de energia. FONTE: Olhar Digital
3G: Claro responde aos leitores
A Claro respondeu aos leitores do Baguete que
vêm reclamando do serviço 3G oferecido pela operadora.
Procurada pelo site, a empresa afirma que "o sucesso da
banda larga 3G foi muito acima do esperado, mas a Claro já
está trabalhando na ampliação de sua rede 3G a fim de aumentar
sua capacidade de tráfego e melhorar a performance e
estabilidade da conexão". O descontentamento dos usuários
foi matéria do Baguete na sexta-feira, 04, que pode ser lida
na íntegra pelo link relacionado abaixo. FONTE: Baguete
Acesso intenso provoca suspensão de download do
antivírus AVG 8.0
Servidores não suportaram a intensidade do
tráfego provocado pelo número de downloads; serviço deve
retornar no final do mês. A AVG suspendeu temporariamente o
download da versão gratuita do antivírus AVG 8.0, lançada
recentemente. Em comunicado, a AVG informa que o excesso de
donwloads causou congestionamentos nos servidores, obrigando a
empresa a suspender o serviço até que o problema seja
solucionado. De acordo com a AVG, uma das possíveis causas
do grande volume de interessados pelo antivírus gratuito foi o
lançamento de versões em japonês, italiano e alemão do
software. Com o enorme volume de acessos, as páginas locais
da desenvolvedora em diversos países ficaram inacessíveis. De
acordo com números da própria AVG, cerca de 70 milhões de
usuários no mundo utilizam o software da marca. Para
contornar o problema, a AVG retirou o acesso ao download para
ajustar a infra-estrutura dos servidores e canais de acesso. A
previsão é que o AVG 8.0 free esteja novamente disponível para
ser baixado no final de abril. FONTE:
IDG Now!
Homens perdem mais dinheiro em golpes online que
mulheres, diz estudo
Prejuízo online total registrado nos EUA, em
2007, chegou a 239 milhões de dólares, 40 milhões de dólares a
mais que em 2006. Os homens perdem mais dinheiro em golpes
virtuais do que as mulheres, segundo um relatório do Centro de
Reclamações de Crimes na Internet dos Estados Unidos, órgão
responsável por monitorar os crimes online. Entre as 260
mil reclamações recebidas pelo órgão no ano passado, os homens
perderam em média 1,67 dólar, enquanto as mulheres perderam
cerca de 1 dólar em fraudes online. “Historicamente, os
homens tendem a comprar mais itens de maior valor médio, como
eletrônicos… essa pode ser uma explicação”, disse John Kane,
responsável pelo relatório. Mas com as mulheres gastando
mais na internet, outro fator pode explicar a diferença: os
homens tendem a cair mais em certos tipos de golpes – como
fraudes de investimento – que as mulheres, segundo Kane.
As reclamações ligadas a fraudes de investimento têm um
valor médio de 3,5 mil dólares e são dominadas principalmente
pelo sexo masculino. Em comparação, nos casos de fraude em
sites de leilão, por exemplo, tanto homens quanto mulheres são
vítimas freqüentes. Porém a perda média é menor: 480
dólares. O prejuízo total registrado em 2007 chegou a 239
milhões de dólares, 40 milhões de dólares a mais que em 2006,
embora o número de reclamações tenha caído pelo segundo ano
consecutivo. Kane credita a redução de reclamações à maior
consciência dos usuários, porém o pesquisador Gary Warner, da
Universidade do Alabama em Birmingham, há outra explicação:
muitos números de cartões de crédito são roubados, mas não são
usados. “Uma teoria é que ninguém quer ir para a cadeia por
roubar 40 dólares”, ele argumenta. “Portanto quando eles
acessam essas contas, eles usam apenas as que têm maior
valor”. FONTE: IDG Now!
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