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Resposta Online Notícias - Edição 86 de 26 de Setembro de 2008

Justiça condena ex-funcionário que enviou dados confidenciais por e-mail

Tribunal da Paraíba condenou ex-funcionário da AmBev a pagar R$ 100 mil caso use os documentos enviados a e-mail pessoal.
Um ex-funcionário da AmBev foi considerado culpado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da Paraíba por levar consigo documentos confidenciais após deixar a empresa, informou o sócio do Opice Blum Advogados, Rony Vainzof, nesta terça-feira (23/09).
Segundo o advogado, que investiga o caso junto com Renato Opice Blum, o funcionário enviou 463 arquivos de seu e-mail corporativo para o endereço pessoal. “Após ele sair do cargo, suspeitando que ele iria para uma empresa concorrente, a AmBev entrou com requerimento de busca e apreensão em sua residência”, explica Vainzof.
Após a busca, ficou comprovada a existência dos arquivos e, “na Justiça Trabalhista, conseguimos uma liminar para ele se abster do uso dos dados”, diz o advogado. “No começo da ação, ele disse que apagou todos os arquivos. Em outra audiência, ele disse ter os documentos”, revela Vainzof. Por isso, o réu foi condenado também por má fé.
O Tribunal condenou o ex-funcionário da AmBev apenas a não usar - nem para consulta pessoal - ou divulgar os arquivos confidenciais. Caso o faça, ele deverá pagar multa de 100 mil reais.
FONTE: IDG Now!

 

No trânsito, torpedo é 'mais perigoso do que dirigir bêbado'

A troca de torpedos pelo celular na direção atrapalha mais os motoristas do que se estivessem sob o efeito de álcool ou drogas, sugere um estudo publicado nesta quinta-feira em Londres.
A pesquisa, conduzida por especialistas da RAC Foundation, que trabalha com segurança dos motoristas, em parceria com o Laboratório de Pesquisas do Trânsito (TRL, na sigla em inglês), foi realizada a partir da análise de 17 motoristas com idade entre 18 e 24 anos.
Os pesquisadores usaram simuladores de direção no trânsito para avaliar o impacto que escrever ou ler torpedos exerce no modo como os motoristas dirigem.
Segundo os resultados, as reações dos motoristas foram 35% mais lentas quando dirigiam enquanto escreviam ou liam mensagens de texto pelo celular.
Além disso, a capacidade de controle no volante foi prejudicada em 91% e a habilidade em manter a distância com relação aos outros carros também caiu.
Pior que o álcool
De acordo com o estudo, o impacto dos torpedos nos motoristas é maior do que o provocado por drogas ou álcool. Resultados de pesquisas anteriores haviam demonstrado que as reações ficavam cerca de 21% mais lentas entre motoristas que dirigiam sob o efeito da maconha e 12% mais lentas entre os motoristas que haviam bebido além do limite considerado legal na Grã-Bretanha.
Segundo os pesquisadores, em situações reais de trânsito, esses efeitos aumentariam de forma significativa o risco de acidentes.
"Quando trocam torpedos, os motoristas são distraídos ao tirar a mão do volante para usar o celular, ao tentar ler textos pequenos no visor do celular e ao pensar em como escreverão suas mensagens", diz Nick Reed, pesquisador do TRL.
Ele explica ainda que "essa combinação de fatores resulta em uma diminuição na capacidade de reação e de controle do veículo que colocam o motorista em um risco maior do que se estivesse consumido álcool no limite legal para direção."
Alerta
Os pesquisadores da RAC Foundation decidiram avaliar o impacto dos torpedos na direção depois que um estudo realizado no início do ano revelou que a prática do envio e leitura de mensagens no volante é comum entre os motoristas britânicos.
A pesquisa, pesquisa realizada pela TRL no início do ano com cerca de 3 mil motoristas, revelou que 48% assumiram que enviam e recebem torpedos enquanto dirigem.
Depois de avaliar o impacto dos torpedos na direção, os pesquisadores pedem um investimento urgente do governo em uma campanha para educação no trânsito direcionada a alertar os motoristas sobre os riscos de enviar ou ler torpedos na direção.
FONTE: Tecnologia UOL

 

Grupo lança versão do Google Chrome para Linux e Mac OS X

Inspirado no código do Google Chrome, grupo CodeWeavers adapta navegador e oferece downloads para usuários dos outros sistemas.
O código do Google Chrome inspirou o CodeWeavers a criar uma versão do browser para os sistemas operacionais Mac OS X e Linux, revelou o grupo na segunda-feira (15/09).
O CodeWeavers, que trabalha com a tecnologia Wine, que faz executáveis do Windows rodarem no Mac OS X e Linux, afirma que o navegador CrossOver Chromium é uma ‘prova de conceito’, com base no beta do Chrome, mas que oferece todas as funcionalidades da versão para Windows do browser do Google.
A única diferença entre o Chromium e o Chrome, segundo a equipe do CodeWeavers, é que a versão criada para Mac e Linux não possui o recurso de atualização automática do navegador do Google.
Os interessados podem fazer o download de ambas as versões no site do CodeWeavers.
FONTE: IDG Now!

 

Uso pessoal da web no trabalho pode aumentar produtividade, diz estudo

Uso da internet no trabalho para fins pessoais por até 1 hora e 15 minutos ao dia é considerado aceitável por funcionários.
Funcionários consideram aceitável o uso do computador do trabalho para outros fins, e acham que a prática chamada 'cyberloafing' (do inglês "ciberpassa-tempo") é eficiente para a produtividade, revela um estudo da NUS Business School e da Universidade Nacional de Cingapura.
Dos 191 profissionais entrevistados pelos professores Vivien K.G. Lim e Don J.Q. Chen, 32% responderam que são favoráveis ao cyberloafing - sendo que 34% dos respondentes eram homens.
O estudo revela que os funcionários de Cingapura passam, em média, 51 minutos  do dia de trabalho no modo "cyberloafing".
A troca de e-mails pessoais, instant messaging e o acesso a sites de notícias estão entre as práticas mais citadas pelos funcionários que participaram da pesquisa.
Em geral, os participantes avaliaram certas formas de passa-tempo como aceitáveis no ambiente de trabalho. Eles também consideram que o cyberloafing tem um impacto positivo no trabalho.
A pesquisa também mostra que os homens tendem mais aos passa-tempos no trabalho do que as mulheres. "Os homens passam mais de uma hora (61 minutos) por dia praticando o cyberloafing no trabalho, enquanto a média das mulheres é de 46 minutos."
O uso pessoal da internet no ambiente de trabalho é considerado aceitável para  97% dos homens entrevistados e 85% das mulheres.
A quantidade de tempo com passa-tempos no trabalho considerada aceitável pela maioria dos respondentes era de, no máximo, 1 hora e 15 minutos por dia.
Os resultados também mostram que 75% dos respondentes concordaram com a afirmação de que o "cyberloafing ajuda a tornar o trabalho mais interessante" e 57% disseram que a adesão ao cyberloafing "os ajuda a lidar com problemas práticos e pessoais". Além disso, 52% concordaram que o "cyberloafing os ajuda a serem trabalhadores mais interessados" e 49% disseram que os passa-tempos os ajudam a lidar com problemas que surgem no trabalho.
Baseados nas conclusões do estudo, os pesquisadores dão o seguinte conselho para as empresas: "Atividades de navegação na internet que ofereçam uma pausa no trabalho podem motivar os funcionários a trabalharem melhor. Diante disso, ao desenvolverem políticas de uso da internet no trabalho, as empresas devem permitir que os funcionários tenham acesso a atividades online, que não estejam somente ligadas ao trabalho."
FONTE: IDG Now!

 

Google responde por 63% das buscas online

De acordo com um relatório divulgado na última quinta-feira, o Google expandiu sua liderança no mercado de buscas online dos EUA e registrou participação de 63% em agosto, melhor resultado dos últimos cinco meses.
O Yahoo!, segundo colocado em pesquisas na internet, obteve queda de 0,9% e respondeu por 19,6% do mercado, enquanto que a Microsoft, terceira colocada, teve participação de 8,3%, segundo a comScore.
O Ask.com, da IAC InterActiveCorp, cresceu 0,3% e se manteve na quarta colocação. A AOL, da Time Warner, registrou participação de 4,3%, resultado 0,1% maior do que o do mês anterior.
O constante crescimento da participação do Google no mercado de buscas online e, conseqüentemente, no mercado relacionado de publicidade online, tem levado concorrentes a reclamarem com órgãos reguladores dos EUA e da Europa.
FONTE: ADnews

 

Brad Pitt lidera lista de nomes usados para levar malware a usuários

Um em cada cinco resultados de busca por Brad Pitt retornam sites maliciosos, com malwares que podem infectar o PC, diz McAfee.
Brad Pitt está no topo da lista de celebridades que têm seus nomes usados como isca para sites falsos.
Digitando o nome da estrela de cinema em qualquer busca, o internauta tem a uma chance em cinco de encontrar um site que hospeda malwares, de acordo com a McAfee.
Em ordem decrescente, a lista dos "top 10 dos sites fake" é seguida por Beyonce, Justin Timberlake, Heidi Montag, Mariah Carey, Jessica Alba, Lindsay Lohan, Cameron Diaz, George Clooney e Angelina Jolie.
A técnica é uma das mais utilizadas por crackers para infectar PCs: usar a paixão dos fãs para oferecer papéis de parede, toques para celular e fotos dos artistas que expõe os usuários a determinados riscos.
"Cibercriminosos empregam vários métodos e um dos mais simples, porém mais eficientes modos de atingir os usuários e infectar seus computadores é capitalizando o interesse dos americanos em fofocas de celebridades", comentou Jeff Green, da McAfee.
Analisando as últimas estatísticas, é difícil evitar a conclusão de que os criadores de malwares pensam que os obcecados por celebridades são tão ingênuos e imprudentes quanto são apegados às estrelas.
A maioria das técnicas de infecção dos malwares têm mostrado algumas evoluções nos dois últimos anos, mas as táticas dos sites falsos continuam iguais.
Na verdade, um grande problema é o modo com que os usuários interagem com as ferramentas de busca, como apontado pela própria McAfee um ano atrás.
Os motivos para a McAfee divulgar tais questões não são totalmente neutros - ao menos uma ferramenta da busca, a do Yahoo, recentemente começou a usar a ferramenta da McAfee, a SiteAdvisor, para filtrar os resultados dos sites nas buscas.
FONTE: IDG Now!

 

Empresa lança o menor desktop do mundo

Chegou ao mercado um desktop que foi considerado o menor do mundo. A criação é de uma empresa israelense, e o computador tem 100 mm de largura, por 100 mm de comprimento e 30 mm de altura. Segundo a empresa, o tamanho é equivalente ao de uma chave de carro.
O "fit-PC Slim" é uma versão 40% menor que outro aparelho criado pela mesma empresa. O preço varia de acordo com a configuração. A versão com Linux instalado custa US$ 295 e vem com 512 Mbytes de memória RAM, HD de 60 Gigabytes e conexão Wi-Fi. Já o modelo com Windows XP, com praticamente a mesma configuração, é vendido por US$ 335.
FONTE: Imasters

 

Para Sandisk, cartão SD vai substituir CDs

A SanDisk exibiu novo modelo de cartão miniSD que será usado para vender música digital no varejo.
Assim como o vinil cedeu lugar aos CDs, poderiam agora os CDs serem substituídos por um cartão de memória do tamanho de uma unha? Talvez não completamente, mas a SanDisk e varejistas como o Best Buy e o Wal-Mart esperam que álbuns comercializados nesses cartões microSD no mínimo estimulem as vendas.
Chamado “slotMusic”, o novo formato segue uma tendência de mercado. A maioria dos álbuns ainda são vendidos em CDs – 449 milhões em 2007, enquanto 50 milhões foram vendidos em formato digital, de acordo com a Nielsen SoundScan – mas os usuários devem preferir cada vez mais os álbuns digitais.
As gravadoras, como a Universal Music, a Sony BMG, a Warner Music e a EMI, acreditam que o slotMusic seja uma opção mais versátil e atraente do que os CDs.
Os novos álbuns digitais virão com um dispositivo USB para permitir que os usuários os conectem a computadores.
“Especialmente em uma economia instável, a possibilidade de usar um aparelho eletrônico que você já possui para ouvir música, em vez de ir a uma loja comprar um player específico, é muito mais interessante para os consumidores”, disse Daniel Schreiber, que chefia a unidade de áudio e vídeo da SanDisk.
Os álbuns em slotMusic serão vendidos em cartões microSD de 1 GB, com preços semelhantes aos cobrados pelos álbuns em CD, e os usuários poderão usar o espaço extra para armazenar fotos e músicas que ele já possui.
FONTE: INFO Abril

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