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Resposta Online Notícias - Edição 91 de 31 de Outubro de 2008

Mães temem web tanto quanto as drogas

As mães norte-americanas temem pela segurança dos filhos na internet na mesma medida que temem o uso de drogas, diz a McAfee.
Um estudo da fornecedora de segurança revelou que dois terços das mães têm medo que seus filhos estejam expostos a predadores sexuais e ameaças por e-mails, porcentual similar às que temem que seus filhos usem drogas (62%) ou dirijam alcoolizados (65%).
O medo não é injustificado: outro estudo da McAffe revela que 52% dos adolescentes revelam online informações que não fornecem fora da web e 34% das meninas adolescentes divulgam fotos ou descrições físicas a desconhecidos.
O maior desafio dos pais é rastrear os passos dos filhos na web: 32% deles apagam seus históricos após usar o navegador e 16% têm perfis que escondem dos pais.
O estudo foi feito com 1 mil mães de adolescentes entre 13 e 17 anos, nos Estados Unidos, pela Harris Interactive.
A pesquisa revelou que as mães não confiam nem na segurança do lar: 44% têm medo que seus filhos naveguem em seus quartos, sem supervisão. O principal medo das mães (58%) é que seus filhos compartilhem muitas informações pessoais online. Entre elas, 48% admitem que não sabem o que os filhos fazem na web.
Os filhos, por sua vez, se esforçam para ficar anônimos: 65% dizem saber como esconder o que fazem na web dos pais; e 43% fecham ou minimizam o navegador quando ouvem os pais se aproximarem. Um quinto dos adolescentes admitem praticar cyberbullying na web.
As mães tentam contra-atacar: 26% ficam “amigas” dos filhos em redes sociais e 59% acessam o histórico de navegação dos filhos quando eles terminam de usar o PC. Além disso, 15% apelam para soluções mais profissionais e usam softwares de monitoramento online.
No entanto, se descobrissem estar sendo monitorados pelas mães, 24% dos filhos dizem que ficariam chocados, 19% ficariam magoados e 34% se sentiriam ofendidos.
O estudo revela um claro descompasso entre o comportamento dos filhos e os medos das mães norte-americanas.
FONTE: INFO Online

 

OpenOffice 3.0 atinge 3 milhões de downloads em sua primeira semana

Grupo estima que 80% dos cerca de 3 milhões de downloads do pacote corporativo de código aberto foram feitos por usuários do Windows.
O OpenOffice 3.0 foi baixado mais de 3 milhões de vezes em sua primeira semana, com cerca de 80% dos downloads vindo de usuários do Windows, afirmou o grupo nesta segunda-feira (20/10).
O lançamento com sucesso do pacote de código aberto aconteceu mesmo com seus servidores ficando temporariamente fora do ar pela alta demanda durante a semana passada.
Apenas 221 mil downloads por usuários do Linux foram registrados, levando John McCreesh, chefe de marketing do OpenOffice, a sugerir que 90% dos usuários de Linux recebem tradicionalmente as atualizações do pacote direto do desenvolvedor da distribuição.
Muitas versões não em inglês do OpenOffice também são distribuídas em sites alternativas ou em CDs encartados em revistas, afirmou.
Usuários do Mac OS X, que ganharam a primeira versão totalmente finalizada do OpenOffice, registraram 320 mil downloads na primeira semana.
A partir dos dados de download, o grupo estima que o pacote pode estar instalado já em cerca de 5 milhões de computadores em todo o mundo. O objetivo do OpenOffice é ganhar 40% do mercado de pacotes corporativos até 2010.
Principal rival do pacote aberto, o Office, da Microsoft, tem cerca de 550 milhões de usuários, segundo dados da empresa.
O uso total do OpenOffice permanece pequeno, ainda que o software seja gratuito em razão dos medos de compatibilidade de documentos e da estratégia agressiva de divulgação da Microsoft.
O OpenOffice 3 atenua alguns medos de adoção pela sua capacidade de abrir qualquer tipo de documento para o Office, incluindo o formato Office OpenXML, ainda que não possa salvar nativamente arquivos no padrão.
FONTE: IDG Now!

 

iPod completa 7 anos com mais de 160 milhões de unidades vendidas

Primeira versão do MP3 da Apple que revolucionou mercado de música foi recebido de forma apática. Conheça a história.
O iPod, MP3 player que não foi o primeiro em sua categoria, mas revolucionou a forma como as pessoas ouvem e compartilham música, completou sete anos do dia 23 de outubro com mais de 160 milhões de aparelhos vendidos.
Neste dia, sem muito alvoroço – e sem o entusiasmo que os anúncios da Apple têm atualmente – ele foi apresentado por Steve Jobs, diretamente de Cupertino, a sede da Apple nos Estados Unidos.
O anúncio dizia apenas que seria o primeiro produto não-computador da Apple desde um natimorto console de videogame.
Quando Jobs anunciou o iPod, muitos ficaram desapontados. “Você nos chamou aqui para mostrar um MP3 player? Você deve estar brincando”, muitos jornalistas comentaram na época.
O  primeiro iPod tinha 5 GB e mantinha diversas características descartadas nos últimos cinco anos, como o uso da interface FireWire e os quatro botões que circundavam seu "scrolling wheel".
A Apple vendeu 125 mil iPods nos primeiros 60 dias e ele foi o início de um processo que trouxe vários benefícios para a empresa.
Você nunca ouviu falar no efeito iPod? Ele é considerado chave para o sucesso da Apple no começo deste século.
Pessoas que experimentaram o iPod gostaram tanto do que viram que começaram a considerar outros produtos da Apple, como o computador Macintosh.
Em 2007, foi a vez de a Apple entrar no mercado de telefonia com o iPhone. Com isso, não só um novo mercado se abriu, como também a interface do celular da Apple inspirou a nova geração de iPods: o Touch.
FONTE: IDG Now!

 

Nova empresa 'secreta' de Bill Gates chama-se bgC3

Apesar de documentos atribuirem a Gates o registro, ramo de atuação da empresa continua mistério, mas há várias apostas.
Aposentado, Bill Gates está de volta aos negócios e com uma empresa "secreta" chamada de bgC3, cujo área de atuação ainda é uma incógnita.
Os documentos da nova empresa foram apresentados publicamente pelo blog de tecnologia TeckFlash. O logo oficial parece um ímã no topo de um retângulo arredondado, mas se você concentrar seus olhos diretamente, pode ver que ele forma um "c" interligado a um "3".
Um site chamado bgc3.com já foi registrado de maneira privada pela Network Solutions. Até agora, o logo é a única coisa que está no ar.
Registros estaduais indicam a companhia foi primeiro fundada em março sob o nome Carillon Holdings. O nome bgC3 entrou em jogo poucos meses depois, em julho, uma semana após o último dia de Gates em tempo integral na Microsoft.
Pedidos de marca registrada acessíveis publicamente apresenta a operação como "think tank service". Essa categoria pode incluir qualquer coisa, desde "serviços científicos e tecnológicos" a "análise industrial e pesquisa" ou até mesmo "desenvolvimento de hardware e software de computador". A sede da bgC3 está localizada em Kirkland, Washington, próximo à casa de Gates.
Dentre as especulações, circula que a empresa de Bill Gates será apenas um veículo de comunicação de sua entidade filantrópica, ou uma fábrica de computadores de baixo custo ou de ferramentas para blogs ou ainda de um conglomerado corporativo que fará a Microsoft parecer minúscula.
Mas os rumores vão muito mais longe. Há quem diga que a nova empresa de Gates construirá robôs para a medicina, equipamentos de contenção de resíduos nucleares ou que simplesmente a bgC3 será a "Microsoft do espaço".
FONTE: IDG Now!

 

Windows 7: mais fácil de usar
 
Foi apresentado oficialmente nesta terça-feira, 28, o Windows 7, que deve ser lançado em versão de teste no começo de 2009, com recursos que incluem tecnologia de tela sensível a toque e capacidade de personalização do sistema com mais facilidade.
Segundo a Microsoft, esta que é a próxima versão do sistema operacional Windows será mais rápida e fácil de usar e evitará os tropeços que marcaram a chegada do Windows Vista.
O Windows Vista recebeu críticas tão pesadas contra sua baixa compatibilidade com aparelhos mais antigos e lenta velocidade de inicialização que terminou por se tornar alvo de uma campanha de marketing muito efetiva veiculada pela rival Apple.
Além disso, a utilidade do sistema operacional tradicional Windows para computadores pessoais, o produto mais lucrativo da maior produtora mundial de software, vem sendo contestada, à medida que mais e mais aplicativos passam a estar disponíveis na Internet, o que destaca o papel central dos navegadores de Internet em um mundo no qual a web ocupa posição central.
Julie Larson-Green, vice-presidente da Microsoft encarregada de supervisionar o desenvolvimento do Windows 7, afirmou que "ter a melhor solução técnica é ótimo. Mas, como no caso do vídeo Beta e do VHS, a melhor solução técnica nem sempre importa", disse ela, se referindo à batalha pela dominância do mercado de vídeo travada pelos formatos Beta e VHS nos anos de 1970 e 80.

Novos recursos
A Microsoft planeja introduzir mais recursos que facilitem o uso do sistema operacional, como uma nova barra de tarefas que oferece uma visão prévia de todas as janelas abertas de um programa quando o usuário passa com o cursor por sobre seu ícone.
Outro novo recurso são as "Jump Lists", que oferecem listas atualizadas de documentos que o usuário usou recentemente ou sites de web que costuma visitar sem que ele precise abrir antes o Word ou um navegador de Internet.

Resposta à Apple
A nova filosofia é uma resposta ao sucesso da Apple, que viu sua participação de mercado crescer nos Estados Unidos desde 2005 por causa, em parte, de uma campanha publicitária que retratou o Vista como desajeitado e mais difícil de usar.
O Windows 7 tem como meta manter as exigências de hardware do Vista para que as empresas não precisem comprar novos equipamentos apenas para que o sistema operacional da Microsoft seja utilizado.
FONTE: Olhar Digital

 

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